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Angola e Portugal Estreitam Laços No Setor Comunitário

O Cônsul Geral de Angola em Lisboa, Embaixador Narciso do Espírito Santo foi convidado pelo Presidente da Câmara Municipal de Entroncamento Dr. Jorge Faria e estiveram acompanhados pelo Vice-Cônsul para a Comunidade Carlos Alberto Santos e pela Vice-presidente da CME Ilda Joaquim que atende os pelouros da Educação, Cultura e Ação Social, para uma visita de cortesia àquela circunscrição do distrito de Santarém.

A situação dos migrantes angolanos naquela jurisdição foi o ponto fundamental do encontro mantido entre as partes, tendo garantido uma conclusão de consenso que é a necessidade da manutenção destas iniciativas como garantia do apoio institucional à comunidade instalada na região.

A visita serviu, igualmente, para que o Embaixador Narciso do Espírito Santo participasse de uma iniciativa local designada “políticos de palmo e meio”, conduzido por estudantes do quarto ano do primeiro ciclo de base, onde se inserem em número considerável os nossos “candengues” de origem angolana.

A visita estendeu-se a história da ferrovia no Entroncamento, no Museu Ferroviário, um dos “ex-líbris” do Conselho, e culminou com um almoço de confraternização entre as duas delegações, cimentando as bases de um relacionamento que poderá trazer inúmeros benefícios aos angolanos residentes no Conselho.

De recordar que este convite ocorreu, dias depois da exitosa atividade itinerante do Consulado Geral de Angola em Lisboa no Conselho de Entroncamento e que permitiu a cerca de duas centenas de angolanos regularizassem os seus documentos sem perturbação das suas atividades correntes.

Entroncamento Recebe Missão Itinerante do Consulado Geral de Angola em Lisboa

Depois de Almada em Maio passado, a Missão Itinerante do Consulado Geral de Angola em Lisboa, prosseguiu este último fim-de-semana de junho a sua política de proximidade ao utente, levando os serviços consulares ao Entroncamento, minimizando esforços, custos em transportes e até sobre a dificuldade que muitos ainda têm de aceder a plataforma online do consulado geral de Angola em Lisboa.

A hora marcada para o início dos serviços, 9 horas da manhã, era já notável pelo alinhamento de cidadãos preocupados com a sua situação documental, visando também melhorar a sua condição de legalização em Portugal e não só.

Os actos consulares itinerantes compreendem a Inscrição Consular, Emissão e Renovação de Passaportes, Registo Criminal, Registo de Nascimento por Transcrição, agendamento para o Bilhete de Identidade, Declaração DGV e Documentos para Despacho. Representam a vontade do Embaixador Narciso do Espírito Santo de encurtar distâncias entre o Consulado Geral e a comunidade, prevendo-se a continuidade dessa extensão de serviços para outras regiões mais remotas como Castelo Branco que se aponta como próximo destino provável da itinerância consular.

Na zona do Entroncamento foram realizados pouco mais de duzentos e quarenta e cinco actos consulares nos diferentes serviços já referidos, considerado por toda equipa de trabalho no terreno como extremamente positivo. De referir também que esta oportunidade foi aproveitada por residentes nas localidades próximas como Barreiro e Setúbal e até da grande Lisboa. O Consulado Geral de Angola em Lisboa congratula-se com a excelência das condições disponibilizadas pela Câmara Municipal em pessoal de apoio e instalações pelo que a equipa consular no terreno em nome do Cônsul Geral Narciso do Espírito Santo, agradeceu e reconheceu o gesto como um sinal da Excelente cooperação institucional e de amizade. O Consulado agradece também a forma ordeira como de um modo geral decorreram os trabalhos fruto do bom sentido de cidadania demostrado por todos os presentes.

Consulado Geral de Angola em Lisboa abre as portas à quarta-feira.

O Consulado Geral de Angola em Lisboa acompanha a tendência de alívio nas normas de restrições impostas pelas autoridades portuguesas e disponibiliza mais um dia de atendimento nos seus esforços de servir a comunidade e utentes. Esse dia é a quarta-feira e os serviços apesar de limitados no número e nos cuidados de higiene e segurança, estão inteiramente garantidos, dentro do horário normal de expediente, isto é, das 09H30 às 13H00, devendo para o efeito os utentes efectuarem o agendamento dos actos pretendidos.

Seja cuidadoso faça o sei agendamento e proteja-se para o bem de toda a comunidade.

Antes de se deslocar as instalações do Consulado Geral de Angola em Lisboa, procure orientação por telefone (913 229 398) ou por e-mail (atendimento@consuladogeral-angola.pt).

Estamos para o servir.

SOLIDARIEDADE CHEGA À CIDADE DO PORTO

Confirmando a promessa feita em atos similares em Lisboa, o Excelentíssimo Cônsul Geral de Angola em Lisboa, Embaixador Narciso do Espirito Santo Júnior deslocou-se à cidade do Porto, onde junto da Cônsul Isabel Godinho, procedeu à entrega de um conjunto de peças de vestuário diverso, material didático, brinquedos e calçado, fornecidos por um grupo de doadores angolanos e portugueses, que apesar de preferirem manter-se no anonimato, não estão indiferentes as necessidades porque muitos dos elementos da nossa comunidade está a passar nesses tempos de pandemia.

Em acto realizado nas instalações do Consulado Geral de Angola na cidade do Porto, Narciso do Espírito Santo Júnior, exortou aos membros da comunidade angolana ali residente, para que se aproximem dos movimentos associativos e eclesiásticos, parceiros naturais do consulado, para que esta acção de solidariedade, atinja os seus objetivos fundamentais, que é chegar lá onde há de facto compatriota na condição de vulnerável. O Cônsul Geral Narciso do Espírito Santo Júnior, garantiu que apesar do momento e dos mais variados condicionalismos, as autoridades angolanas tudo farão para com os meios que estiverem ao seu alcance, levar um pequeno conforto aos angolanos mais afetados.

CONSULADO GERAL DA REPÚBLICA DE ANGOLA NO PORTO

Consulado Geral de Angola em Lisboa, Em Acção Social

O Consulado Geral de Angola em Lisboa deu início nos dias 13 e 14 do mês de Março um programa de caracter social que se consubstanciou na entrega de donativos aos parceiros sociais, visando atingir extractos mais carenciada da comunidade angolana residente de bens como vestuários, calçados, brinquedos e outros artigos essenciais ao bem-estar social dos comunitários.

A acção liderada pelo Cônsul Geral de Angola, o Embaixador Narciso do Espírito Santos Júnior contemplou nesta fase do programa, os comunitários residentes no Conselho de Almada, representada pela Associação da Comunidade Angolana de Almada (ACAA).

O Presidente da ACAA, o Sr. Arsénio Neto fez as honras da casa e perante os seus co-regionários, recepcionou do Cônsul Geral o donativo que deverá atenuar a carência manifestada pelos comunitários daquela região na margem Sul.

No dia 14 a vez coube aos comunitários da linha de Sintra e o acto simbólico contou com a presença do Pastor Américo Marques, do Conselho de Sintra, que igualmente, perante os seus seguidores honrou a presença do Cônsul Geral na recepção do donativo designado para a comunidade naquela jurisdição.

Refira-se que os produtos doados nomeadamente vestuários novos e usados, calçados brinquedos, livros e outros artigos são resultado da iniciativa de um grupo de cidadãos angolanos e portugueses que mantêm-se no anonimato e pretendeu desta forma minimizar as dificuldades das famílias angolanas manifestadas neste momento de pandemias, um pouco por todo Portugal.

A jornada de campo do Cônsul Geral, não passou despercebida ao Presidente da Junta de Freguesia de Laranjeiros e Feijó, o Dr. Luís Palma, que honrou o acto com a sua presença tendo na ocasião manifestado a sua satisfação com o gesto e realçou o bem e a oportunidade que os produtos doados fariam às comunidades carenciadas. Por seu turno, o Embaixador Narciso do Espirito Santo Júnior destacou a importância do gesto dos actores anónimos que viram no Consulado Geral de Angola em Lisboa, o interlocutor válido para interceder a favor das famílias angolanas de maior carência em Portugal.

O Chefe da Missão Consular de Lisboa, referiu igualmente, sobre o momento particular que atravessamos de combate a pandemia e “este gesto serve de catalisador no nobre propósito de levarmos o conforto necessário e desejado às famílias mais necessitadas”.

DIA 13 – ASSOCIAÇÃO DA COMUNIDADE ANGOLANA DE ALMADA (ACAA)

DIA 14 – COMUNIDADE CRISTÃ EVANGÉLICA ADONAI (CCEA)

COMEMORAÇÕES DO 97.º ANIVERSÁRIO DO DIA DO FUNDADOR DA NAÇÃO E DO HERÓI NACIONAL

O Cônsul-Geral de Angola em Lisboa, Sr. Dr. Narciso do Espírito Santos Júnior, iniciou no dia 12 de Setembro, quinta-feira, a sua 1.ª visita oficial no Concelho de Olhão, situada na Região do Algarve, por 2 dias, de carácter Institucional, concernente ao 97.º Aniversário do dia 17 de Setembro, “Dia do Fundador da Nação e do Herói Nacional.
Às 15 horas do mesmo dia, o Chefe da Missão Consular, foi recebido pelo então Presidente da Câmara Municipal de Olhão, Dr. António Miguel Pina, estando sua Excelência Sr. Cônsul-Geral acompanhado pela sua Delegação. Participou também neste encontro os vereadores que respondem por todos os pelouros da Autarquia de Olhão e os Órgãos da Direçção da Associação Ondjo Yetu.
Sua Excelência Sr. Cônsul-Geral, agradeceu o convite e a disponibilidade do Presidente em receber a Comitiva. O Sr. Cônsul-Geral, informou que, além do encontro cortês com o Autarca, a sua visita no Concelho de Olhão, estava relacionada com uma actividade cultural em alusão ao 97.º Aniversário do Dia 17 de Setembro, data de nascimento do primeiro Presidente de Angola e comemorativa ao dia do Fundador da Nação e do Herói Nacional. A cidade de Olhão, foi a cidade eleita para a realização do evento, com o objectivo de enaltecer a vida e obra do Dr. António Agostinho Neto, em parceria com a Associação Angolana Ondjo Yetu, confinada na Área do Algarve.
Na tarde do segundo dia da visita, dia 14, sábado, foi marcado pelo tão grande e esperado dia: as comemorações do 97.º aniversário do dia 17 de Setembro. Realizou-se no centro da cidade de Olhão, na Praceta de Agadir. Todas as autoridades locais do Concelho de Olhão brindaram-nos com a sua presença, bem como a sociedade civil, empresários, estrangeiros de várias nacionalidades, com a presença notória da Comunidade Angolana provenientes dos diversos pontos de Portugal, estimando a participação na actividade de 400 pessoas no recinto.
A actividade iniciou com palavras de circunstâncias do Dr. António Pina, Presidente da Câmara de Olhão, seguido do discurso da Presidente da Associação Ondjo Yetu. O Chefe da Missão Consular alusivo a efeméride fez a apresentação da Biografia do Fundador da Nação.
Os grupos tradicionais (Jovens do Hungo e Kwanza) animaram a festa com dança e desfile de traje típico das 18 províncias de Angola. O músico angolano radicado na Região do Algarve, Xico Barata, apresentou um repertório de artistas angolanos da década de 70 à 90.
A gastronomia angolana esteve patente neste evento, o que permitiu que os participantes pudessem degustar os pratos típicos e muitos tiveram a oportunidade de recordar os sabores da nossa culinária.

Sr. Cônsul-Geral e o Presidente da Câmara de Olhão
Apresentação da Biografia do Dr. António Agostinho Neto por S. Excia. .Sr. Cônsul-Geral
Grupo Tradicional “Jovens do Hungo”
Exposição do Primeiro Presidente de Angola, Dr. António Agostinho Neto
Exposição do Primeiro Presidente de Angola, Dr. António Agostinho Neto
Gastronomia Angolana
Participantes do Evento

Declaração da AAL- Academia Angolana de Letras – sobre o Acordo Ortográfico de 1990


Madeira e Angola estreitam laços e cooperam na integração da comunidade angolana na Região

O secretário regional da Educação, que detém a pasta das Comunidades, assinou hoje um protocolo de cooperação com o Cônsul Geral da República de Angola em Lisboa, Narciso Júnior. O objectivo passa por estreitar relações e possibilitar uma maior desburocratização de processos de integração de cidadãos angolanos na Região.

Na ocasião, Jorge Carvalho agradecer a disponibilidade do Cônsul Geral para estar presente na cerimónia e reforçou o papel que estes acordos podem ter no acolhimento de cidadãos estrangeiros na Região. “Estimamos que estamos a falar de uma comunidade que ascende a centenas de cidadãos. Podia ser uma pessoa apenas, mas o que é importante é que se estabeleçam estes laços de forma a darmos a melhor resposta para os cidadãos que vivem na Região”, frisou.

Por seu lado, Narciso Júnior mostrou-se satisfeito pela forma como a Região tem tentado integrar os seus concidadãos, que “são promotores da cultura angolana”. “As instalações físicas estão localizadas em Lisboa, mas há muitos cidadãos a residir na Madeira”, lembrou o Cônsul Geral, acrescentando que muitos tinham a necessidade de se deslocar à capital portuguesa para tratar de documentação relacionada com a sua estadia na Madeira.

Além disso, Narciso Júnior assumiu que a visita a solo madeirense tem servido para reuniões com representantes de Angola na Região, permitindo uma troca de ideia e partilha de projectos. Lembrou ainda o papel das associações na materialização das ideias dos Consulados, pois têm noção da realidade que as comunidades enfrentam.

 

Madeira: Comunidade angolana elogia trabalho desenvolvido pelo Consulado-Geral de Angola em Lisboa

Os membros da comunidade angolana residente na Região Autónoma da Madeira manifestaram a sua satisfação ao trabalho que tem sido desenvolvido pelo Consulado-Geral de Angola em Lisboa, em prol da sua protecção, apoio, assistência e integração regional.

As declarações foram feitas durante um encontro promovido pelo Cônsul-Geral de Angola em Lisboa, Narciso do Espírito Santo Júnior, no salão nobre do Governo Regional da Madeira . Na ocasião, o diplomata angolano agradeceu a disponibilidade dos membros da comunidade angolana residente na Região Autónoma da Madeira em estar presente no encontro e destacou o seu papel enquanto “verdadeiros promotores da cultura angolana”.

“As nossas visitas servem para percebermos melhor as várias dinâmicas de convivência social e de integração da nossa comunidade. Temos mantido encontros com parceiros sociais, nomeadamente, os representantes da Casa de Angola e com o núcleo constituinte da Associação dos Angolanos Residentes na Madeira. É preciso valorizar, apoiar e respeitar o papel das associações comunitárias e fazer delas uma importante extensão da nossa actividade consular”, disse Narciso do Espírito Santo Júnior.

 

Pedro Correia é um jornalista angolano residente no Funchal que destacou a importância do encontro com a comunidade angolana e do protocolo de cooperação assinado antes entre o Governo Regional da Madeira e o Consulado-Geral de Angola em Lisboa.

 

” É importante este protocolo assinado porque formaliza um acto que tem estado a ser desenvolvido ao longo de alguns anos, mas que muitos angolanos têm estado à margem porque não estava formalizado. Este encontro [com o Cônsul-Geral] foi muito importante. É louvável a sua iniciativa. Espero que os angolanos que cá vivem percebam que com encontros do género é possível promover a paz, a união e a concórdia”, disse Pedro Correia.

Carla Brás, angolana nascida no Huambo e que vive há três décadas no Funchal também se mostrou satisfeita com o encontro.

 

” O Dr. Narciso do Espírito Santo Júnior mostrou ser uma pessoa extremamente aberta e muito humana .Ele veio fazer o papel que as nossas associações deveriam fazer, mas infelizmente há entre nós muitos egos envolvidos. Esta ligação que ele estabeleceu foi fantástica e as pessoas sentiram-se em família”, afirmou a assistente social.

Manuela Bravo, nasceu na cidade de Benguela, tem 68 anos e vive no Funchal há 44 anos, e é uma das figuras mais queridas e respeitadas da comunidade angolana residente no arquipélago.

 

” Foi com muita emoção que participei deste encontro, foi para mim um momento histórico. Que o Consulado de Angola em Lisboa se lembre sempre de nós porque há uma Angola que acontece também aqui. Foi muito bom o encontro com o Dr. Narciso do Espírito Santo Júnior. O protocolo assinado com o Governo Regional da Madeira foi excelente”, afirmou Manuela Bravo.

Carlos Magro, engenheiro reformado e é conhecido como o “Pai das energias renováveis” da Madeira. Nasceu em Malanje e vive há 43 anos no Funchal.

 

” Foi um encontro muito interessante, porque permitiu reunir angolanos que residem aqui na Madeira. Foi também importante ouvir o nosso cônsul -geral a falar da união entre os angolanos. Foi bom sentir a irmandade e alegria entre os angolanos. Isso mexe connosco. Parabéns ao Consulado-Geral de Angola em Lisboa”.

Virgínia Rodrigues nasceu em Cabinda e há 41 anos que vive na Madeira. Também acompanhou o encontro e deixou o seu testemunho.

 

“Foi um encontro muito positivo e produtivo. Já tínhamos falta disso por cá e penso que foi uma iniciativa louvável. O protocolo de cooperação também foi muito importante. Estamos felizes” .

João Alberto nasceu em Angola e vive no Funchal há mais de 40 anos onde exerce advocacia. Além de ter feito a sua intervenção onde partilhou ideias, também fez a sua apreciação do encontro.

 

“Acho que foi uma boa iniciativa, embora já tivéssemos iniciativas do género, mas penso que como disse aqui o cônsul -geral, o país [Angola] vive outra realidade e neste caso acho extremamente importante e oportuno este encontro”.

 

Cônsul-Geral de Angola em Lisboa destaca papel da comunidade angolana na Madeira

Narciso do Espírito Santo Júnior destacou nesta sexta-feira, 20 de Julho, no Funchal, o papel da comunidade angolana na Madeira.A afirmação foi feita durante a assinatura de um protocolo de cooperação com o Governo Regional da Madeira.

“As nossas visitas à Região Autónoma da Madeira têm sido verdadeiras oportunidades para percebermos melhor as várias dinâmicas de convivência social e de integração da nossa comunidade. A comunidade angolana na Madeira tem tido um papel importante no desenvolvimento humano, social, académico e cultural da sociedade madeirense. Apesar da distância geográfica, temos aqui [na Madeira] verdadeiros promotores da cultura e dos valores angolanos”, disse o cônsul -geral de Angola em Lisboa.

 

O acordo estabelece os termos e as condições da colaboração institucional entre a Região Autónoma da Madeira e o Consulado-Geral de Angola em Lisboa, reforçando os mecanismos de resposta do Centro das Comunidades Madeirenses e Migrações, tendo em vista o apoio à comunidade na agilização de procedimentos, emissão de documentos e encaminhamento de processos, com ganhos de eficiência e eficácia, em prol do serviço prestado aos cidadãos.

Narciso do Espírito Santo Júnior vincou ainda que o objectivo do acordo assinado com o Governo Regional da Madeira é de ” estabelecer formas de colaboração que resultem na protecção, apoio e assistência” aos cidadãos angolanos residentes ou de passagem pelo arquipélago.

O Secretário Regional da Educação, Jorge Carvalho, que tutela o Centro das Comunidades Madeirenses e Migrações, destacou, por seu lado, a importância de estabelecer mecanismos que garantam aos imigrantes uma ligação ao país de origem com “normalidade e eficiência”.

 

“Estimamos que estamos a falar de uma comunidade que ascende a centena de cidadãos. Podia ser uma pessoa apenas, mas o que é importante é que se estabeleçam estes laços de forma a darmos a melhor resposta para os cidadãos que vivem na Região”, frisou Jorge Carvalho.

 

O governante adiantou que estes acordos estão a ser instituídos com vários países que não dispõem de um consulado na Região Autónoma da Madeira, como Brasil e Cabo Verde.

 

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